A brasileira que estava no comboio atacado em Israel diz que já chegaram atirando

Detida no sul de Israel, Iara Lee disse que os israelenses abriram fogo indiscriminado contra o comboio

“Não, não foi uma reação de defesa, foi um ataque indiscriminado” é o que se pode entender da fala da cineasta que foi vítima do ataque. Ela, hoje detida no presídio Beer Sheva, ainda relata que os soldados atiravam no comboio, já mirando a cabeça.

O comboio, formado por uma frota de seis navios, tentava romper o bloqueio marítimo israelense para levar ajuda humanitária à faixa de Gaza quando os ataques começaram. Segundo Iara, pelo menos nove ativistas foram assassinados e mais uma grande quantidade ficaram feridos.

Iara, agora detida, relata que se negou a assinar uma declaração em que admitia que entrara ilegalmente no país, o que faria com que ela fosse deportada. Esta possibilidade, contudo, não será descartada tão facilmente, pois, depois do procedimento padrão de investigação, a deportação será feita.

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