Advogado do goleiro Bruno se recusa a aceitar provas contra o jogador

Indiciado pelo assassinato de Eliza Samudio, o ex-goleiro do Flamengo está em maus lençóis: até seu advogado começa a contestar provas

Érico Quaresma, advogado que defende o ex-goleiro indiciado por encomendar o sequestro e assassinato da mãe de seu filho, disse que o vídeo que a Rede Globo exibiu ontem não pode ser utilizado como prova contra seu cliente. Neste, o goleiro insinua que um de seus amigos sob a alcunha de “Macarrão” pode estar envolvido no desaparecimento de Eliza.

Ele ainda insinua que o video, por ter sido gravado sem consentimento do goleiro e sem que o mesmo sequer soubesse da gravação pode ser indício de patrocínio da Globo, ou, como o mesmo fala “Globo está patrocinando o avião da Polícia Civil de MG e feliz de saber que tem alguém na folha de pagamento na Polícia Civil”.

Assim, é claro que diante dos fatos a culpa é evidente, mas a justiça é quem deve delegar. Já foi visto em outros casos que o poder da mídia afeta a decisão final de um juri, mas que também é o veículo pelo qual transitam as informações de mais livre acesso. Assim, qual e como será feito o equilíbrio entre informação e opinião? Até que ponto a mídia age corretamente nestes casos de mobilização popular?

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